Outras Notícias

Palestina

  • Dia Internacional de Solidariedade com os Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas

     

    Desde 1974, no dia 17 de Abril, assinala-se uma jornada internacional que expressa solidariedade aos presos políticos palestinos que permanecem nas prisões israelitas.
     
    São milhares os presos políticos palestinos, entre os quais se incluem menores de idade, que se encontram encarcerados nas prisões israelitas, muitos dos quais ao abrigo das chamadas detenções administrativas – detenções arbitrárias, emitidas pelos militares israelitas e aprovadas pelos seus tribunais militares, podendo ser continuamente renovadas, impondo anos de prisão sem culpa formada ou julgamento.
     
    Apesar de detidos, os presos políticos palestinos tomam parte na resistência do povo palestino, realizando corajosas lutas denunciando o desrespeito dos seus direitos e a violência de que são alvo, incluindo através da realização de greves de fome, pondo em causa as suas condições de saúde e a própria vida.
     
    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) denuncia a detenção dos presos políticos palestinos pelas autoridades de Israel, a negação dos seus mais básicos direitos, incluindo o direito ao julgamento, as situações de humilhação e tortura, a renovação das detenções administrativas – mais um flagrante exemplo de desrespeito do direito internacional por parte de Israel.
     
    Um dia após o Dia Internacional de Solidariedade, o CPPC apela a todos os amantes e defensores da Paz que exijam a libertação dos Presos Políticos Palestinos em Prisões Israelitas, o fim da repressão e ocupação israelita, e a implementação do direito do povo palestino ao seu Estado independente e soberano nas fronteiras anteriores a 1967 e com capital em Jerusalém Oriental, do direito de regresso dos refugiados palestinos como consagrado pelas resoluções das Nações Unidas.
     
    Palestina Vencerá!
     
    A Direção Nacional do CPPC
  • É preciso impedir uma ainda maior e terrível tragédia na Faixa de Gaza.

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    A brutal agressão de Israel na Faixa de Gaza, acompanhada por acções violentas e ataques de colonos armados na Cisjordânia, já provocou muitos milhares de mortos e os feridos são quase 15.000
    Gaza está sem luz elétrica, sem água, sem comida, sem medicamentos.
    Ambulâncias, pessoal médico, instalações médicas, hospitais, caravanas de refugiados, bairros residenciais são alvo de ataques e de bombardeamentos.
    Dezenas de trabalhadores de apoio humanitário e da ONU foram mortos pelos ataques israelitas.
    É preciso parar de imediato os bombardeamentos e impedir qualquer invasão terrestre, que, a acontecer, configuraria, à luz das Convenções Internacionais, um genocídio e provocaria uma guerra generalizada no Médio Oriente, com consequências imprevisíveis no plano regional e internacional, mas sempre dramáticas.
    Denunciamos a profunda hipocrisia dos EUA, da União Europeia e de vários governos europeus, incluindo o português, que com a retórica do ”direito de resposta de Israel” alimentam o conflito e dão cobertura a crimes de guerra como os castigos colectivos sobre populações civis e a deslocações forçadas.
    Todas as vidas contam, todas as vidas têm o mesmo valor, todas as acções que visem populações civis são censuráveis e merecem a nossa condenação.
    É por isso que a paz tem de imperar. É urgente um cessar-fogo imediato, para pôr fim às mortes, à violência e ao sofrimento.
    É preciso restabelecer o abastecimento de água, alimentos, energia e combustíveis na Faixa de Gaza e permitir a entrada urgente da ajuda humanitária. É preciso calar as armas e trilhar os caminhos da solução política para a questão palestiniana e para a paz no Médio Oriente.
    Essa paz só será possível com o fim da ocupação, dos colonatos, da opressão e repressão israelitas e com a garantia dos direitos nacionais do povo palestiniano como estipulam inúmeras resoluções da ONU.
    É necessário prosseguir a luta pela paz no Médio Oriente e pelos direitos do povo da Palestina! Apelamos à sua participação na manifestação convocada para o dia 29 de Outubro, às 15:30, com início no Martim Moniz.
    As Organizações Promotoras:
    - Movimento Pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM);
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses/Intersindical Nacional (CGTP-IN);
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC)
    Apoiam a Convocatória desta Manifestação as seguintes Organizações:
    - Associação Conquistas da Revolução
    - Associação de Amizade Portugal-Cuba
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
    - Associação de Estudantes da Faculdade de Letras de Lisboa
    - Associação José Afonso
    - Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
    - Associação Projeto Ruído
    - BOTA - Base Organizada da Toca das Artes
    - Coletivo MUMIA Abu Jamal
    - Confederação Nacional De Reformados Pensionistas E Idosos
    - Estuário Colectivo
    - Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações
    - Frente Anti-Racista
    - Fundação Saramago
    - Intervenção Democrática
    - Movimento “Vida Justa”
    - Movimento Democrático de Mulheres
    - Movimento Sempre os Mesmos a Pagar
    - Nucleo do PT Lisboa
    - PORTA A PORTA – Casa para todos, Movimento pelo Direito à Habitação
    - Sindicato de Hotelaria do Sul
    - Sindicato dos Professores da Grande Lisboa
    - Sindicato dos Professores da Região Açores
    - Sindicato dos Professores da Região Centro
    - Sindicato dos Professores da Zona Sul
    - Sindicato dos Professores no Estrangeiro
    - Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas,
    Estabelecimentos Fabris e Empresas de Defesa
    - Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal
    - Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa
    - Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional ,Empresas Públicas, Concessionárias e Afins
    - Teatro Extremo
    - União de Resistentes Antifascistas Portugueses
    - União de Sindicatos de Aveiro
    - União de Sindicatos de Lisboa
    - União de Sindicatos de Setúbal
    - União de Sindicatos no Norte Alentejano
    - União Sindical de Torres Vedras, Cadaval, Lourinhã, Mafra e Sobral de Monte Agraço
    - União Sindicatos do Algarve

     

  • Em São João da Madeira exigiu-se a Paz no Medio Oriente

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    No dia 16 de dezembro teve lugar uma excelente sessão em S.João da Madeira, com a participação de cerca de 50 pessoas.
    Intervieram, sobre a dramática situação que se vive na Palestina, Ilda Figueiredo, João Rouxinol e Ana Leite.
    Na participada sessão, defendeu-se, uma vez mais, a urgência de um cessar-fogo imediato, da ajuda humanitária, do fim dos bombardeamentos por parte de Israel que já mataram largos milhares de pessoas, na sua maioria mulheres e crianças civis.
    Reiterou-se a importância das diferentes ações que têm vindo a ser desenvolvidas por todo o país, e apelou-se à participação de todos no cordão humano que terá lugar no Porto, no próximo dia 19.
  • Encontro com delegação de parlamentares palestinos

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    A convite da do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, visitou esta semana o nosso país uma delegação de quatro parlamentares palestinos, chefiada pelo Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Palestina- Portugal, Senhor Azzam Al-Ahmed.

    Esta visita teve por objectivo o estreitamento dos laços de amizade entre os parlamentares e os intervenientes da vida política, económica, social e cultural de ambos os países. A delegação foi recebida na Assembleia da República e teve diversos contactos com organizações e diversas personalidades, incluindo um encontro com organizações sociais que em Portugal têm promovido iniciativas de solidariedade e apoio á luta do povo palestino pelos seus direitos. Neste encontro, realizado no dia 12 de Dezembro, no Teatro “A Barraca”, e no qual também estiveram presentes o senhor Embaixador da Missão Diplomática da Palestina em Portugal e o Sr. deputado Bruno Dias, presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Palestina, os parlamentares palestinos relataram a situação, de extrema gravidade, que actualmente se está a viver no seu país, decorrente das provocações e políticas que têm vindo a ser tomadas pelo governo israelita com o apoio da administração estado-unidense e do seu Presidente, Donald Trump, que fomentam o agravamento da tensão e instabilidade em todo o Médio Oriente. A par da intensificação das acções contra o povo palestino, visando destruir a solução de dois Estados, que desde há décadas é proclamada pela comunidade internacional.

  • Encontro e jantar entre organizações da sociedade civil e a tripulação do Handala

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    No dia 5 de julho, ao final da tarde, representantes de várias organizações encontraram-se, na Biblioteca da Casa do Alentejo, com membros da tripulação do barco Handala.
    Carlos Almeida, do MPPM, abriu a sessão com umas breves palavras sobre a missão do Handala e sobre o trabalho que organizações em Portugal têm desenvolvido em torno das questões da solidariedade com o povo palestino.
    Seguiu-se a intervenção de Fellipe Lopes com a apresentação e explicação do seu projecto e onde foi frisada a urgência da ajuda humanitária a Gaza. Youssef e Rana, palestinos residentes na Nova Zelândia e membros da tripulação, falaram sobre a sua experiência como palestinos e sobre a situação em Gaza.
    Numa troca de ideias, experiências e opiniões fraterna e calorosa, representantes das organizações presentes, incluindo da coligação da Flotilha da Liberdade, tiveram oportunidade de colocar questões e falar sobre o trabalho das suas organizações em torno da causa da luta do povo palestino, e onde ficou assente a determinação de prosseguir essa luta, até que a Palestina seja livre, e até que o seu povo possa efectivamente viver em Paz.
    Terminada a sessão, a conversa prosseguiu num jantar-convívio, no mesmo local, com os presentes.
  • ENCONTRO ENTRE ORGANIZAÇÕES PORTUGUESAS E PALESTINAS

     

    Por ocasião da presença em Portugal, de uma delegação de organizações Politicas e Sociais palestinas constituída por Leila Kahled, do Conselho Nacional Palestino e Dirigente da Frente Popular para a Libertação da Palestina (FPLP); Yousef Ahmed, membro do Partido do Povo Palestino; Mohammed Yaya Secretário-geral Adjunto e Secretário das Relações Internacionais da União Geral dos Trabalhadores Palestinos (GUPW) e Fayez Khalaf, Representante na Europa da FPLP, realizou-se no passado dia 28 de Novembro, na sede da CGTP-IN, em Lisboa, um encontro entre esta delegação e a CGTP-IN, o CPPC, o MPPM, o MDM e a URAP, organizações portuguesas que abraçam a causa da luta do povo palestino.

  • Entrega da carta-aberta Pelo Reconhecimento do Estado da Palestina por Portugal.

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    Volvido um mês da sua apresentação, num acto público de solidariedade com a Palestina, no Rossio, a carta foi entregue com a subscrição de 79 organizações das mais diversas áreas. Neste acto simbólico, em frente à residência oficial do Primeiro-Ministro, a quem a carta foi dirigida, estiveram representantes de organizações que subscreveram a carta.
    Ilda Figueiredo, do Conselho Português para a Paz e Cooperação, Carlos Almeida, do Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente, e Dinis Lourenço, da Confederação Geral de Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional, foram recebidos pelo assessor diplomático do primeiro-ministro, Jorge Monteiro, que recebeu a Carta Aberta.
    As organizações reafirmaram a sua solidariedade com o povo palestiniano e as suas exigências por um cessar-fogo permanente e imediato, pelo fim do genocídio e pelo reconhecimento, pelo governo português, do Estado da Palestina nas fronteiras anteriores a 1967 e com capital em Jerusalém Oriental, conforme determinado pelas resoluções adotadas pela Organização das Nações Unidas.
    No próximo dia 4 de Julho voltamos a sair à rua por uma Palestina Livre, pelo fim dos massacres de Israel e em solidariedade com o povo palestiniano e com os ativistas da Flotilha da Liberdade, no Rossio, às 18h!
    Palestina Vencerá!
  • Entregue no Ministério dos Negócios Estrangeiros posição sobre navio com pavilhão português que transporta armas para Israel

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    Representantes de organizações solidárias com a Palestina entregaram no Ministério dos Negócios Estrangeiros uma posição comum sobre o navio Holger G, de pavilhão português, que transporta armas para Israel.
    A posição (que publicamos abaixo) é subscrita pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional (CGTP-IN), o Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), o Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente (MPPM) e o Projecto Ruído - Associação Juvenil.
    .....
    Ex.mo Sr. Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros
    Dr. Paulo Rangel,
    O navio Holger G., propriedade da empresa alemã Reederei Gerdes, tem o IMO 9995894 e está registado no MAR - Registo Internacional de Navios da Madeira. Navega, portanto, com pavilhão português e partiu de Chennai, na Índia, em 2 de Novembro, com 440 toneladas de material militar, incluindo 175 toneladas de projécteis de 155 mm, com destino às empresas israelitas Elbit Systems e IMI Systems. O navio está, neste momento, ao largo da costa ocidental de África e tem como destino final Haifa, Israel, com chegada prevista para 31 de Dezembro, com escala prevista em Port Said, no Egipto, onde deve chegar em 22 de Dezembro.
    Considerando que a guerra que o Estado de Israel impõe ao povo palestino em Gaza, mas não só, está comprovadamente classificada como genocídio por reputadas organizações internacionais, palestinas e mesmo israelitas de defesa dos direitos humanos, por relatores especiais e peritos independentes das Nações Unidas, incluindo a relatora especial Francesca Albanese, e, mais recentemente, pela Comissão de Inquérito Independente da ONU;
    Considerando que é altamente provável que qualquer material militar destinado a Israel seja utilizado na sua agressão genocida contra o povo palestino nos Territórios Palestinos Ocupados (TPO);
    Considerando que Portugal aderiu à Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio comprometendo-se, por isso, a prevenir e punir o crime de genocídio (Artigo I), e ainda que são puníveis não só a prática do genocídio como a cumplicidade com o genocídio (Artigo III);
    Considerando que o Tratado das Nações Unidas sobre Comércio de Armas, que Portugal ratificou, proíbe aos Estados Parte a exportação, importação, trânsito ou transferência de armas que possam ser utilizados na prática de genocídio, crimes contra a humanidade, ou outros crimes de guerra;
    Considerando que o Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), no seu Parecer Consultivo de 19 de Julho de 2024, deliberou que todos os Estados têm a obrigação de não reconhecer como legal a situação resultante da presença ilegal do Estado de Israel nos TPO e de não prestar ajuda ou assistência para a manter;
    Considerando que na Assembleia Geral da ONU, em 13 de Setembro de 2024, Portugal se incluiu na esmagadora maioria de países que aprovou uma Resolução que adopta o Parecer Consultivo do TIJ e determina, nomeadamente, que os Estados são incitados a tomar medidas para pôr termo ao fornecimento ou transferência de armas, munições e equipamento conexo para Israel em todos os casos em que existam motivos razoáveis para suspeitar que possam ser utilizados nos TPO;
    Considerando que o Direito Marítimo Internacional obriga os Estados de bandeira a exercerem jurisdição e controlo sobre os seus navios, incluindo garantir o cumprimento das normas internacionais de direitos humanos e outras regras do direito internacional vinculativas para o Estado de bandeira;
    Considerando ainda que o governo português reconheceu, recentemente, o Estado da Palestina e que isso lhe impõe o dever de proteger e viabilizar o novo Estado;
    As organizações signatárias reclamam do governo português que, no respeito pelos valores de Abril plasmados na Constituição da República e no cumprimento das suas obrigações perante o direito internacional, o direito internacional humanitário e os tratados, pactos e convenções de que Portugal é parte:
    - Proceda à inspecção da carga do navio Holger G e, confirmando-se que há um transporte de material militar para Israel, determine de imediato a retirada da bandeira portuguesa;
    - Interdite o trânsito do navio Holger G em águas territoriais portuguesas e, a fortiori, não permita a entrada do navio em portos portugueses.
    Lisboa, 19 de Dezembro de 2025
  • Escalada de violência contra o povo palestino

     

     

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) acompanha com preocupação o aumento da violência contra o povo palestino, perpetrada pelas autoridades, pelos militares e pelos colonos israelitas que cometem crimes que permanecem impunes.

    São múltiplos os exemplos que demonstram tal realidade, como o assassinato de um menino de 18 meses e do seu pai, vítimas de um ataque, com bombas incendiárias, efectuado por colonos israelitas à casa onde viviam e que feriu com gravidade outros membros da mesma família, ocorrido a 30 de Julho, nos arredores da cidade de Duma em Nablus. Recorde-se que de acordo com a Organização de Libertação da Palestina (OLP), desde 2004, foram mais de 11 mil os ataques perpetrados por colonos israelitas contra o povo palestino, ataques que na sua larga maioria prosseguem impunes.

  • Estados Unidos isolados na provocação à Palestina

    Os EUA vetaram na segunda-feira, 18, a resolução proposta pelo Egipto no Conselho de Segurança das Nações Unidas que visava a anulação do reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel. Esta resolução recebeu 14 votos a favor em 15, o que significa que os Estados Unidos ficaram isolados nesta pretensão, não contando sequer com o apoio dos seus mais próximos aliados, como a França e a Grã-Bretanha.

    No dia seguinte, a Assembleia-Geral das Nações Unidas votou esmagadoramente – com 176 votos a favor em 193 possíveis – uma resolução que afirma o direito do povo palestiniano à sua autodeterminação. Hoje, quinta-feira, a Assembleia-Geral será chamada a votar uma resolução semelhante à proposta no Conselho de Segurança.

    Entretanto, a representante dos EUA nas Nações Unidas, Nikki Haley, ameaçou que irá «tomar nota» dos países que votarem favoravelmente a proposta.

  • EUA continuam a vetar um cessar-fogo na Faixa de Gaza - É urgente pôr fim ao massacre do povo palestino!

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    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) repudia veementemente o novo veto dos Estados Unidos da América à proposta de resolução apresentada pela Argélia no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, no passado dia 20 de fevereiro, que instava a um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza.
    Para além de um cessar-fogo humanitário imediato na Faixa de Gaza, a proposta de resolução apelava a que todas as partes deveriam respeitar e a uma ajuda humanitária plena, rápida, segura e sem entraves à população palestiniana, e opunha-se à deslocação forçada da população palestiniana.
    Esta é a sexta vez que os EUA impedem a adoção de uma resolução no Conselho de Segurança da ONU para acabar com a agressão de Israel contra a população palestiniana na Faixa de Gaza, tendo anteriormente vetado três propostas de resolução apresentados pela Rússia, Brasil e Emirados Árabes Unidos, e bloqueado duas outras propostas de resolução apresentadas pela Rússia.
    Os EUA continuam desta forma a demonstrar a sua cumplicidade com o massacre que desde há quatro meses Israel comete na Faixa de Gaza, tendo já provocado cerca de 30 mil mortos, dos quais mais de 12 mil são crianças, e quase 70 mil feridos na população palestiniana. Para além da chacina, Israel continua a destruir metodicamente hospitais, escolas, habitações ou locais de culto religioso e a impor um bloqueio que visa privar a população palestiniana de água, alimentos, medicamentos, eletricidade, combustíveis, abrigos.
    A subnutrição e a fome que se fazem sentir de modo agudo na Faixa de Gaza é usada por Israel como arma de guerra para concretizar aquele que é o seu objetivo: reocupar a Faixa de Gaza, assassinando e expulsando a população palestiniana.
    O facto deste veto dos EUA ser imposto no momento em que Israel anuncia um ataque de larga escala contra a cidade de Rafah, no sul da Faixa de Gaza, junto à fronteira com o Egipto, onde se concentram hoje mais de um milhão e 400 mil pessoas, só pode ser entendido como um apoio à política genocida de Israel e aos crimes que comete e pretende continuar a cometer.
    Importa recordar que Israel é um dos maiores beneficiários de apoio militar dos EUA e que são norte-americanas muitas das armas utilizadas contra a população palestiniana na Faixa de Gaza.
    O CPPC, que realizou ontem ações de esclarecimento e denúncia sobre a dramática situação que se vive na Palestina, reafirma aquelas que são as exigências fundamentais para travar o massacre do povo palestiniano e pôr fim a um conflito que há décadas afeta o Médio Oriente:
    -um cessar-fogo imediato e permanente.
    -a entrada sem limitações da urgente e necessária ajuda humanitária.
    -a reconstrução das infraestruturas na Faixa de Gaza.
    -a criação do Estado da Palestina independente, soberano e viável nas fronteiras anteriores a junho de 1967, com capital em Jerusalém Oriental, e o cumprimento do direito ao regresso dos refugiados palestinianos, como determinam as resoluções da ONU.
    O CPPC continuará a bater-se, e a mobilizar outros, para esta importante causa, indispensável à paz no Médio Oriente e no mundo, uma paz que só será duradoura se for justa, baseada nos direitos inalienáveis dos povos e no respeito pelo direito internacional.
  • Filme e conversa pela Palestina

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    No dia 31 de Julho, na Casa d'Avenida, em Setúbal, realizou-se mais uma iniciativa de solidariedade com o povo palestiniano.
    Foi exibida a curta-metragem Shujayya, à qual se seguiu a conversa com Marta Pinho Alves, professora de cinema, Carina Mota, dirigente do CPPC, e Raul Ramires, do MPPM.
    Dia 7, estaremos no Rossio, em Lisboa, entre as 10h e as 20h a homenagear as crianças assassinadas por Israel.
  • Fim à agressão de Israel contra o povo palestino

    O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) condena firmemente o massacre perpetrado pelo Exército israelita no dia 30 de Março contra uma marcha de palestinos, matando 16 pessoas e ferindo cerca de 1500, muitas das quais com gravidade. Recorde-se que, no dia seguinte, mais cinquenta palestinos foram baleados pelas forças militares israelitas.

    Assinalando uma efeméride nacional, o Dia da Terra, milhares de palestinos participavam numa marcha pacífica na Faixa de Gaza exigindo o respeito pelo direito dos refugiados palestinos a regressarem aos seus lares de onde foram expulsos, direito há muito afirmado pelas Nações Unidas, mas nunca respeitado por Israel.

  • Fim à agressão israelita

    É preciso parar o terrorismo do governo de Israel

    O método não é novo: de cada vez que o governo de Israel se sente pressionado internacionalmente, ou o povo palestiniano se une para determinar o seu caminho, procura um pretexto para lançar uma onda de violência sobre a população palestiniana. Os pretextos são, com frequência, acções atribuídas ao Hamas, neste caso, o rapto e assassinato de três colonos, acusação rejeitada por esta organização.

    A violência e a morte intensificou-se nos últimos dias, em nome de um direito de "retaliação". Embora a imprensa repita, sem questionar, essa versão, sabemos que se trata, na verdade, de crimes de guerra perpetrados por uma potência ocupante.

    O governo português, como tantos outros, tem-se calado perante mais este massacre contra o povo da Palestina ocupada. Cabe-nos a todos pressionar o governo para que tome posição contra os crimes de guerra de Israel e contra o terror imposto pelas forças de ocupação.

    Por isso, as organizações, subscritoras apelam a uma

    CONCENTRAÇÃO SEGUNDA-FEIRA 14 de Julho, ÀS 18 HORAS

    NO ROSSIO, EM LISBOA

    - Associação de Amizade Portugal-Cuba
    - Associação Portuguesa de Amizade e Cooperação Iúri Gagárin
    - Comité de Solidariedade com a Palestina
    - Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical Nacional
    - Conselho Português para a Paz e Cooperação
    - Federação Intersindical das Indústrias Metalúrgicas, Químicas, Eléctricas, Farmacêutica, Celulose, Papel, Gráfica, Imprensa, Energia e Minas
    - Federação Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais
    - Juventude Comunista Portuguesa
    - Movimento pelos Direitos do Povo Palestino e a Paz no Médio Oriente
    - União dos Sindicatos de Lisboa

     

  • Fim à agressão israelita - Concentração em Lisboa a 14 de Julho de 2014

    Centenas de pessoas participaram na concentração promovida, ontem, pelo CPPC e um conjunto de ouras organizações portuguesas para exigir o fim da criminosa agressão do governo de Israel à população palestina.

    Ilda Figueiredo, presidente da direcção nacional do CPPC, reafirmou a exigência do fim imediato da operação militar em curso, mas também a necessidade de acabar com ocupação israelita e de que sejam respeitados os direitos do povo palestino à paz, a um estado viável, soberano e independente. Denunciando, ainda, que apenas a conivência dos EUA e da UE permitem que o governo de Israel continua a cometer verdadeiros crimes de guerra.

    O CPPC apela a todos os amantes da Paz, para que se mantenham atentos ao desenrolar da situação, e à necessidade de manter a solidariedade activa para com o povo palestino.

    Palestina vencerá!

  • Fim à agressão! Palestina vencerá!

  • Fim à agressão! Pela Paz!

  • Fim à agressão! Pela Paz!

  • Fim à agressão! Pela Paz!

  • Fim à agressão! Pela Paz!